Interior

pinhalHá quem não goste do interior. Aquela cidade pequena, onde todos ou quase todos se conhecem, onde as ruas são fácies de achar e as pessoas fáceis de encontrar.
Há quem prefira a multidão, o anonimato.
Para mim, aceito e convívio nas duas. Posso dizer que sou moradora da cidade mais movimentada do Brasil e também da cidade mais parada, ou pacata.
Mas quer saber?
A melhor parte é entrar nessa cidade, na pequena é claro e pensar: Nossa, nada mudou! Graças a Deus!
Aqui, tudo, ou quase tudo é de bom agrado. O mercado é mais lento, mas também é mais barato, aqui o ar é puro e o vizinho, o carteiro, o farmacêutico são conhecidos. Aqui a amizade é mais presencial. Aqui é possível ate se encontrar na fila do banco.
A missa é de domingo e todos aguardam o querido padre entrar.
Quase nunca você está sozinho, você pode encontrar um amigo de infância na calçada.
Não existem somente coisas boas aqui não. É claro que tem dias que você gostaria (ou acha que gostaria) de estar naquela cidade que ninguém te conhece, aquela cidade que você tanto afirma que pode fazer de tudo o que quiser. Mas a parte engraçada é: fazer o que? Esconder de quem?
Almoço ao meio dia, feijão fresco, família, amigos…
Bom, preciso fazer minha mala para ir para lá! Afinal, numa cidade tão boa como essa não poderia ser tão produtiva para o sustento, dizem que aqui deveríamos pagar para viver!
A.A

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